Ele é o Luiz Alberto de Oliveira Monzani, 31 anos, casado, dois filhos. Perguntei sobre o dia mais marcante de sua vida... Disse que me falaria com todos os detalhes, porque realmente foi muito marcante!
Ele me conta, emocionado, como vibrou com a notícia sobre a gravidez da esposa. Ela chegou a fazer diversos exames de farmácia, até a 1ª visita ao obstetra, até o exame de sangue, e aí sim, a confirmação da gravidez. Foram nove meses de muita ansiedade para os pais de primeira viagem. A gravidez foi tranquila. Luiz cantava para a nenê, conversava com ela, a Julinha na barriga da mãe, pela manhã quando acordava, e de noite, quando encontrava a esposa em casa. Cantava para ela. Contou para todo mundo assim que teve a notícia... Ligou para os pais no dia, antes das 07h00 da manhã, eufórico, contando que seria pai. Relata como uma experiência fantástica!


Chegou o dia do primeiro ultrassom... A emoção de ouvir o coraçãozinho de uma pessoinha que ele nem conhecia foi imensa. E depois, descobrir que era uma menina. Já sabiam que seria a Júlia.
Em uma terça-feira de sol, como qualquer outra, de março de 2006, Cláudia tinha consulta marcada com o obstetra, logo pela manhã, por volta das 08h00. O doutor não deixou-os sair do hospital. Pediu para Luiz ir buscar as malas em casa, porque o grande dia havia chegado. Saiu do consultório, avisou os pais que a nenê iria nascer, avisou os pais da esposa, e que todos eles fossem para a maternidade, acompanhar o nascimento da netinha.
A Julinha nasceu por volta das 14h00, do dia 28 de março. Ele se lembra bem da complicação que Cláudia teve com a anestesia, que até passou mal ao ver o tamanho da agulha da aplicação da medicação e teve que sentar na poltrona, pois estava suando frio. O parto demorou. Ele permaneceu ao lado da esposa, segurando a mão dela até que o médico anunciou o nascimento. Ouviu o primeiro choro. “Foi tudo muito mágico, uma sensação inexplicável! Vi se estava tudo bem com a Cláudia e com a nenê, dei o maior empurrão na porta para a saída da recepção, e lá estavam presentes as famílias. Meu pai ficou branco. Eu gritei ‘Nasceeeeeeeeeu’!”
Acompanhou a Julinha da sala de parto até a chegada ao berçário. Era a bebê mais linda, ele conta. “E, hoje, com cinco aninhos, só nos enche de alegria, por ser a menina amorosa e inteligente que é.”
Veio a segunda parte. Ser pai a segunda vez. A chegada do Luizinho não foi planejada, ficaram assustados e felizes, ao mesmo tempo, com mais um presente que chegava. Ele conta que a Julinha já fazia mil planos para o irmão ou a irmã que chegaria.
Cláudia passou pelos mesmos exames, como da primeira vez. “O médico nos alertou para a questão de um risco na gravidez, tanto eu como a Claudia, ficamos bem assustados no momento em que o médico solicitou um exame para ver como o bebê estaria. Chegamos a conclusão de que não faríamos esses exame, e que, se Deus escolheu isso para nós, estaríamos prontos para receber tudo, estaríamos prontos para o que der e vier”.

Nove meses depois, dia 15 de fevereiro de 2010, uma segunda-feira, nasceu o Luizinho, saudável, grande e guloso, por volta das 21h00, na maternidade Santa Joana. Ele não sabia se fotografava, se filmava, se falava com a esposa, se segurava o bebê... Foi muita emoção. Como se fosse a primeira vez. “Hoje o Luizinho está com 01 ano e 06 meses e começando a falar.”
Um dos vídeos que ele lembra que os filhos adoram e dão muita risada...
E uma música que, apesar de recente, faz Luiz lembrar dos momentos bons com a família e os pequenos que tanto ama - Coldplay, Paradise
Nenhum comentário:
Postar um comentário